Sensibilidade e vistos para brasileiros foram temas de Obama

SEVILHA – O ex-presidente norte-americano, Barack Obama, foi o convidado especial do WTTC Global Summit 2019, cúpula global do Conselho Mundial de Viagens e Turismo, que acontece até amanhã em Sevilha, na Espanha. E o Brasil esteve na sua fala em dois momentos. Em um deles, falou dos lugares que gostaria de ir e de cara citou destinos brasileiros.

 

No outro, ao dizer que é preciso ter sensibilidade e entender o mundo para governar um país, por mais poderoso que ele seja, usou o Brasil como exemplo. “Não se pode apenas impor regras.

Os brasileiros, por exemplo, querem viajar para a Disney e para tantos outros destinos que gostam e querem conhecer nos Estados Unidos”, observa.

 

Na sua opinião, só não fazia sentido, em um país com as dimensões do Brasil, ter somente São Paulo e Rio como centros emissores de vistos. “Precisamos entender para pensar soluções. Criamos um time para repensar e agilizar o processo e várias medidas foram adotadas”, afirmou. Hoje há dez cidades, em quatro regiões, com centros de atendimento ao solicitante de visto.Enquanto presidente, Obama contou para a plateia que uma decisão que tomou foi buscar visitar destinos com culturas diferentes. Entendeu que parte da diplomacia é justamente mostrar a outros países que nós os reconhecemos.

 

Apreciamos suas culturas. “Todos querem ser compreendidos e vistos. Acabam se abrindo mais para você”.“E nós também aprendemos. Com a África por exemplo, e isso tem a ver com viagens, a forma como eles se relacionam e preservam a vida selvagem proporciona ao visitante uma experiência completamente diferente ao que estamos acostumados”, conclui.VIAGENS MARCANTES E SEU LUGAR NO MUNDOO ex-presidente norte-americano também citou algumas das viagens mais marcantes de sua vida. Disse que, de um modo geral, curtiu mais as viagens que pode compartilhar com as filhas Malia e Natasha. Uma delas, para uma reunião do G20, visitou a Rússia, a Itália e se encontrou com o papa.

 

Na sua opinião, “viagens que permitiram ver o senso de descoberta nos olhos das filhas foram sempre as mais emocionantes”.Falou ainda de uma ida ao Quênia – a primeira dama do país estava na plateia e ele interrompeu a fala para saudá-la. “Foi com 20 e poucos anos, logo após a perda do meu pai. Queria conhecer mais sobre as minhas origens e sobre a terra de onde ele veio”, contou. Também lembrou uma ida a Espanha, a primeira vez na Europa como mochileiro, em que viajou de ônibus, durante toda a noite, entre Madri e Barcelona."Me lembro de andar em direção às Ramblas com o sol nascendo. Essas viagens quando ainda somos jovens são memoráveis. É quando você descobre seu lugar no mundo”.
 

 

 

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