Em 2017, brasileiros viajaram mais ao exterior do que em 2015 e 2016 Levantamento aponta Lisboa e Paris estão entre as cidades preferidas. Cai a procura por Miami, Nova York e Buenos Aires

SÃO PAULO - Em 2017, os brasileiros viajaram mais para o exterior do que em 2015 e 2016, procuraram mais por viagens de duração entre três e sete dias e decidiram rápido qual oferta comprar. Os dados são do buscador especializado em turismo Kayak, em relatório que aponta os destinos favoritos, quais são os horários e o tempo usado na pesquisa e até as diferenças de comportamento entre usuários que navegam em desktop ou em mobile. O estudo foi feito a partir das consultas no site e nos aplicativos da empresa em 2017.

 

O relatório indica uma tendência de diminuição na procura por destinos nos Estados Unidos em toda a América Latina. Apesar de algumas cidades americanas permanecerem entre as dez mais procuradas em todos os países, o interesse por Miami diminuiu no Brasil e na Argentina e, por Nova York, na Colômbia e no México.

 

A busca por destinos internacionais pelos turistas brasileiros foi puxada por Lisboa e Paris. Entre os destinos nacionais, a liderança segue com São Paulo, seguido do Rio de Janeiro, informações semelhantes ao levantamento de trânsito em aeroportos feito pelo Ministério do Turismo.

 

Segundo o estudo do Kayak, os brasileiros também são rápidos na hora de fazer a reserva. O tempo médio entre a busca e a escolha de um veículo para aluguel ou de um hotel é de menos de três minutos e a escolha do voo ideal leva em média menos de quatro minutos. O levantamento indica ainda que "o brasileiro precisa de apenas uma busca para encontrar uma oferta pela qual tenha o interesse, seja ela para voo, carro ou hotel".

 

Perfil do viajante de acordo com o dispositivo usado na busca

Domingos e segundas-feiras são os dias em que ocorrem mais buscas.O perfil do viajante também foi segmentado por dispositivo usado na reserva: em computadores desktop, tablets, smartphones Android ou Iphones. As principais diferenças são relacionadas com poder aquisitivo.

 

Usuários de Iphone, por exemplo ,são os mais propensos a comprar um bilhete de classe executiva, enquanto os de Android são os que mais se planejam, mas a antecedência na reserva ainda é relativamente baixa: a média é de 44 dias para reservas contra 31 dos consumidores que usam celulares da Apple. Os valores que os usuários estão dispostos a pagar pelas mesmas passagens também varia de acordo com o dispositivo, apesar de a plataforma não discriminar os resultados encontrados. No entanto, nos sites das próprias companhias aéreas a variação é muito comum.

- Vai ser cada vez mais difícil as companhias aéreas não usarem o histórico do consumidor para oferecerem preços personalizados - afirma Eduardo Fleury, gerente do Kayak no Brasil.



 

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